Três andares de urbanidade em NY

Para os padrões de Nova York, uma área útil de 315 m², como a desta residência no Chelsea, é privilégio para poucos. Seus moradores souberam tirar proveito dessa condição, e contrataram os arquitetos do escritório local Archi-Tectonics para transformar os três andares da townhouse em uma elegante morada.
Concluída no final de 2011, a reforma manteve as linhas industriais do imóvel, mas injetou uma boa dose de austeridade ao conjunto, com acabamentos que transpiram urbanidade. Da madeira escura à pintura em cores sóbrias, passando pela parede de tijolos aparentes, tudo colabora para construir um cenário genuinamente novaiorquino.
A decoração aposta em peças-chave do design contemporâneo. Na sala de lareira, a brasileiríssima poltrona Vermelha, dos Irmãos Campana, rouba a cena graças à sua provocativa composição. Na biblioteca, a poltrona Eames marca presença e oferece conforto. Já no balcão da cozinha, as banquetas Bombo, de Stefano Giovannoni, imprimem sua inconfundível graça. A pendente Aqua Cil, de Ross Lovegrove, brilha sobre a mesa de jantar. E na suíte, a luminária de piso Jielde, de Jean-Louis Domecq, dialoga com a poltrona Coin, de Johnny Swing.

























Via Vogue
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Living com sofisticação sólida

Michael Nugroho é o artista por trás desse maravilhoso living design, mostrando um espaço contemporâneo com estilo elegante, sofisticação sólida e vigor brilhante.

Este conceito leva-nos através de uma transição interessante de luz sobre o living aberto, onde o piso e as folhas de vidro altas abraçam a luz natural do dia, desde o nascer até o anoitecer.

Quando vai ficando escuro, a sala reluz com o brilho de uma luminária central em cascata de luz multi-pingente. Uma faixa luminosa de LED percorre toda a extensão do móvel de TV, que abrange toda a largura da sala, tirando o foco para as peças da coleção ao longo de sua plataforma rebaixada, e jogando luz suave ao longo do assoalho do piso.











Via Home-Designing

  
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Love is in the... design!

Para os românticos e apaixonados de plantão!

Pra vocês em clima de dia dos namorados, escolhemos a Heart Chair, desenhada em 1959 por Werner Panton.



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Jogando com o preto e branco

Show este loft monocromático! Todo em preto e branco e com linhas retas minimalistas.

Apesar do mobiliário ter coloração pesada a luz contorna a silhueta, com mesa de jantar slim-line e um conjunto de cadeiras de metal, permitem que a luz brilhe através do assento e os apoios das costas.
A iluminação em cascatas sobre a mesa de jantar se mistura delicadamente com as paredes pálidas.


Os armários brancos da cozinha situados ao lado do conjunto de jantar formam uma parede divisória para a entrada.

Dois sofás de perfil baixo abraçam o espaço de convivência formando um L convidativo junto a uma mesa de centro que ecoa as dimensões refinadas e simples.

No quarto, o drama continua monocromático, com piso teatral e uma janela interna de vidro que se dá para a sala de estar, as cortinas pretas ficam responsáveis por trazer a privacidade do casal e são repetidos na janela externa para bloquear a luz do dia.


O banheiro é puro charme, refletindo o estilo, repete-se as cores monocromáticas em paredes revestidas por pedras nobres.




Via Home-Designing
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Bons ventos arejam casa em Salvador

Desde o início, os ventos literalmente sopraram a favor desta residência em Salvador, na Bahia. Localizada num terreno cortado pelo constante vento noroeste, a casa foi desenhada para tirar proveito da brisa, numa cidade onde a temperatura externa chega a 40 graus. A construção forma um quadrado ao redor de um pátio gramado, lembrando um claustro, elemento da arquitetura colonial muito presente na Bahia. Nesse pátio interno reinam três mangueiras nativas da região, acompanhadas de uma piscina.
São quase 700 m² de área construída, formando oito fachadas impactantes: quatro voltadas para o pátio e quatro para as laterais externas. Todas as faces se abrem para o verde, parcial ou totalmente, como a sala de estar longitudinal, que se transforma numa vasta varanda quando aberta.
Grandes painéis de muxarabis, herança dos mouros trazida pelos portugueses, fecham os ambientes internos ao mesmo tempo em que permitem a entrada de ar. Se parte da casa é revestida de madeira treliçada com o propósito de garantir a ventilação, o restante é coberto de pedras moledo, que promovem um isolamento térmico poderoso. As telhas de demolição, feitas artesanalmente de barro, também contribuem para manter a casa sempre fresca.
A alma da residência é definitivamente baiana. Os moradores, um casal com dois filhos, queriam uma casa acolhedora como eles, para receber amigos que chegam de manhã e só saem no fim do dia. Por isso, o projeto oferece possibilidades de circulação em que as pessoas se encontram quando vão de uma área à outra.


  Via Vogue
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