Dona de casa com estilo, panos de prato estilosos!

Quase tão importantes quanto a pia ou o fogão, os panos de prato são itens imprescindíveis em qualquer cozinha que se preze. E de uns tempos pra cá, com essa história de ambientes integrados e espaços gourmet, parece que os coadjuvantes da limpeza finalmente ganharam a atenção que merecem. Saem as estampas clássicas de morangos, galinhas e verduras e entram frases engraçadas, formas estilizadas e elementos da cultura pop. 

A primeira marca brasileira a ter essa abordagem surpreendente dos panos de prato foi a Fashioneira, que, como o próprio nome diz, carrega influências do mundo da moda e do lifestyle jovem em suas ilustrações. O sucesso da Fashioneira foi tanto que acabou dando o start para que outras marcas também investissem nesse tipo de produto.

Outra responsável por essa revolução na cozinha é a catarinense Fernanda Wagner, que fundou a Passaumpano depois de muito procurar por panos interessantes para a sua própria casa. Com estampas coloridas e até meio irônicas, a marca de Fernanda produz panos de prato para quem é descolado, curte design e adora encher a casa de amigos. 

E aqui vai uma dica super importante para as donas de casa de plantão:

Como deixar os panos de prato branquinhos e sem mancha???????
Um truque que costuma ser bastante eficaz é fervê-los com vinagre branco. Para cada litro de água, coloque duas colheres de sopa de vinagre. Espere a água esfriar e lave normalmente. Não adicione muito amaciante, eles podem deixar os panos endurecidos. Água sanitária também não é indicada para panos de prato, já que elas fazem com que eles acabem soltando pêlos. Utilize os panos por, no máximo, uma semana. Depois deste período já é hora de lavar. Guarde-os e lave-os separadamente.

Já que não dá para escapar de lavar a louça, que pelo menos seja com estilo!





Todas as fotinhos ambientadas desse post são da marca Passaumpano, mas logo abaixo fiz uma seleção bem diversa com opções incríveis de várias lojas do mercado. Tem para todos os gostos!


1 e 2 | Conjunto com dois panos de prato, Hits da Cozinha, na Imaginarium. 3 | Pano Prato da marca Fashioneira. 4 | Pano de prato Penguin Books, da Loja MO.D. 5 | Pano Biscoito Globo, da Fashioneira, na Pop Shop Online. 6 | Pano Keep Washing da Passaumpano.


7 | Pano Caveira, da marca Phant. 8 | Pano Oscar Freire da marca Fashioneira. 9 | Pano Che, da Fashioneira, na Pop Shop Online. 10 | Pano O Poderoso Chef, da Passaumpano. 11 | Pano Leite Paulista, da loja Fulana Guaçú. 12 | Pano de prato Tentação, na loja Ideal Shop


13 | Pano Cookgram. 14 | Pano Mamãe. 15 | Pano Mulher Maravilha. Todos da marca Phant. 

Via Globo e Glamour
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Da cama do hotel para o seu quarto! Confere a dica!

Voltou de férias com saudades da cama do hotel? Olha isso!



Graziela Vieira, gerente de governança do Copacabana Palace, dá dicas valiosas para você levar todo o conforto e fofura das camas de hotel para o seu quarto
Por que o grau de fofura do colchão, do travesseiro & cia. dos hotéis é tããão superior ao do que temos em casa, hein? Graziela Vieira, gerente de governança do Copacabana Palace, entrega todos os segredos de uma cama-nuvem!

Edredon

Sabe aqueles edredons que formam o contorno do corpo e parecem selar a gente a vácuo? Trata-se de um duvet: um recheio fofolícia de lã, material sintético, pena ou pluma de ganso. O kit duvet (capa) + recheio de duvet é vendido separadamente e custa de R$ 557 a R$ 7.404, na Trousseau.

Número de fios

Pensa que é frescura? O número de fios por cm² faz toda a diferença na maciez dos lençóis, sim, senhora! A partir de 230 fios, a coisa começa a ficar bem boa... No Copacabana Palace, por exemplo, usa-se de 300 a 1.000 fios. De R$ 329 (o de 300 fios) a R$ 1.620 (o de 1.200 fios), na MMartan.

Pillow Top

Não dá para ver, mas preso ao colchão há um pillow top: uma “gordura” de plumas de ganso essencial para o efeito fluffy da cama. De R$ 539 a R$ 1.199, no Shoptime.com.br

Travesseiros

Os de pluma de ganso são mais caros que os de pena, mas valem o
investimento: eles não espetam nunca! O tamanho padrão nos hotéis é de 50 cm X 70 cm. De R$ 46 a R$ 920, no Mundo do Enxoval.


(* valores sujeitos a reajustes)

Mais super dicas para sua cama não perder em nada para as de hotel (Foto: Revista Glamour)

Via Glamour
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As casas de Oscar Niemeyer


Tão vitais quanto os palácios foram as residências...

Oscar Niemeyer  há de ser lembrado para sempre como arquiteto de edificações monumentais – palácios, catedrais, museus, parques –, mas seu vasto legado atesta que não só o grandioso o interessava. As mesmas curvas e formas sinuosas que ele usou para levar o modernismo a um patamar inimaginável foram aplicadas em diversos projetos residenciais, com o mesmo espírito livre e revolucionário. Muitas vezes até, antecipando características que apareceriam depois nos edifícios públicos.

A mais conhecida, claro, é a Casa das Canoas, projetada para ser sua própria morada no bairro carioca de São Conrado, e uma das grandes responsáveis pelo sucesso de Niemeyer fora do Brasil. Mas há uma extensa lista de residências no currículo do arquiteto, nomeadas de acordo com os respectivos proprietários: Juscelino Kubitschek, Cavalcanti, Francisco Pignatari, Darcy Ribeiro, Anne e Joseph Strick, Orestes Quércia. Em todas elas, o arquiteto priorizou a perfeita implantação na topografia e sua integração com a paisagem. Várias possuem painéis e jardins de gente do calibre de Athos Bulcão e Burle Marx.

Niemeyer nunca deu às casas que projetou o mesmo valor das construções públicas, fruto, talvez, de sua declarada orientação política comunista, em que obras pensadas para o coletivo são sempre mais importantes do que aquelas feitas para indivíduos. Arquitetonicamente, no entanto, casas oferecem um terreno mais livre para experimentações. E foi experimentando que Niemeyer forjou seu estilo – do modernismo aprendido com Le Corbusier à mistura com as influências do período colonial brasileiro, que culminou na supremacia da curva feita de concreto.

  (Foto: Alan Weintraub)

“Tudo começou quando iniciei os primeiros estudos de Pampulha – minha primeira fase – desprezando deliberadamente o ângulo reto e a arquitetura racionalista feita de régua e esquadro, para penetrar corajosamente nesse mundo de curvas e retas que o concreto oferece”, disse o mestre numa antiga entrevista. “Devo confessar também que quando comecei os meus projetos em Brasília (1956), eu já estava cansado de dar tantas explicações. Eu sabia que tinha experiência para ser livre, e não me importavam as críticas inevitáveis contra meus projetos”.

  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)
 
  (Foto: Alan Weintraub)

Via Vogue

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Oscar Niemeyer: o desconhecido idealizador de casas

Repercurtido no mundo todo, o falecimento desse grande ícone brasileiro, o arquiteto Oscar Niemeyer, morreu nesta quarta, 05 de dezembro, aos 104 anos. Apreciador das curvas em detrimento das formas retas que caracterizam a arquitetura tradicional, ele estava internado desde 02 de novembro. dias no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro. Niemeyer faria 105 anos no dia 15 de dezembro.

Um dos lados menos conhecidos do arquiteto - o de idealizador de casas - ganhou luz recentemente com o lançamento do livro "Oscar Niemeyer: Casas" (Editora GG Brasil), com mais 300 fotos e desenhos de projetos. A publicação reúne ainda citações suas. "O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país, nos cursos sinuosos dos seus rios, nas nuvens do céu, no corpo da mulher amada", disse, certa vez.

Oscar Niemeyer. Casas é o primeiro livro dedicado unicamente aos projetos, construídos ou não, das casas de Niemeyer. Suas casas dividem-se em três fases, por meio das quais percebemos suas primeiras influencias da arquitetura de Le Corbusier e Lúcio Costa, suas referências coloniais brasileiras e a evolução de seu estilo arquitetônico único, em que o arquiteto assumiu uma crescente liberdade formal fazendo uso da plasticidade do concreto armado. Pouco interessado na produção de sua arquitetura em larga escala, Niemeyer preocupa-se mais com a perfeita implantação de suas casas na topografia do lugar e com sua integração com a paisagem. O resultado é um conjunto de casas únicas que, complementadas pelo trabalho de Athos Bulcão e do paisagista Burle Marx, são, até hoje verdadeiras obras de arte.
Além da emblemática Casa das Canoas, este livro apresenta uma seleção de casas construídas de 1940 a 2005, que inclui exemplares pouco divulgados, como a Strick House, nos Estados Unidos, e a própria residencia do arquiteto em Brasília. Com mais de trezentas fotografias e croquis do próprio arquiteto, Oscar Niemeyer. Casas destina-se a estudantes e a todos os profissionais interessados em compreender a obra de um dos mais importantes arquitetos de todos os tempos.

Alan Hess é arquiteto e mestre em arquitetura pela University of California em Los Angeles (UCLA), onde também lecionou. É autor de diversos livros de arquitetura, entre os quais The Architecture of John Lautner (1999), The Houses of Frank Lloyd Wright (2005), Organic Architecture: The Other Modernism (2006) e Forgotten Modern: California Houses 1940-1970 (2008).


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Tirado da Natureza


Com a intenção de trazer as qualidades e uma forte característica naturais dos produtos, uma dupla à frente do Studio Mischer’traver, os designers Katharina Mischer e Thomas Traxler, desenvolveu uma máquina baseada em uma série de experimentos materiais e mecânicos que produz bancos, aparadores e luminárias. Criando assim o projeto “The idea of a tree”.



Para a produção de luminárias são utilizados fios de algodão, cola e resina; já para os bancos e aparadores, utilizam os mesmo materiais mas com a adição de fibra de vidro. Eles dizem que todo o processo levou cerca de oito meses para a primeira máquina e mais oito meses para a produção de um banco funcional. 



Como a máquina funciona: A máquina é acionada por energia solar e traduz a intensidade do sol através de um dispositivo mecânico. O resultado reflete as condições de luz do sol que ocorrem durante o dia. A produção começa quando o sol nasce e termina quando o sol vai embora. Depois do pôr do sol, o objeto pode ser “colhido”. O comprimento e a altura da peça dependem das horas de sol do dia. Portanto, objetos que são produzidos no inverno são mais curtos, enquanto que no verão os objetos tornam-se mais longos. A espessura da camada e a cor também dependem da quantidade de energia solar. (Mais sol = camada mais espessa e cor mais pálida; menos sol = camada mais fina e cor mais escura).


via arkpad


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